O melhor café você conhece pelo cheiro

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Três meses ontem, preta.

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Eu que não estou aí onde estou

Não estou. Cadê meu nome nos créditos?

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

VP

Quão feliz estou por ter partido, grande amigo. O que é o coração dos homens?
(Werher - Goethe)

De repente, a felicidade se esvai e sobra o pó dos sonhos. Os olhos, tantas vezes lembrados, esquecem-se de estarem fechados. E corre a pálpebra sombria da realidade. Os sonhos, porque passam, são lembrados de forma passageira, de forma que o tempo se ocupa de apagar. Porém, nas retinas fatigadas, encontra-se a visão da pura essência. Encontram-se, sob as cinzas dos sonhos, o alicerce para a construção do palco, montado para a grande farsa de inverno-verão. Os únicos espectadores são os que atuam, e os que atuam não sabem de nada.

E então, as falas se improvisam, enrolando-se com a realidade e com os desejos dos atores. Mas tudo acaba. Cerram-se as cortinas, abrem-se os olhos.


E eu nem tinha lido Sinisterra ou Bogart. Isso foi no dia 1º de março de 2001.

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